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LG Display coloca no ar site explicativo sobre a tecnologia IPS (In-Plane Switching)

Com o intuito de esclarecer todas as dúvidas dos consumidores sobre a tecnologia IPS (In-Plane Switching), a LG Display, um dos maiores fabricantes do mundo de TFT - LCD, criou um site para os internautas que pode ser acessado no endereço http://www.painelips.com.br/pt-br/index.jsp
 
O site disponibiliza informações como as vantagens que a tecnologia propicia nas TVs de LCD, comparativos entre as características de uma TV com IPS e uma normal, uma área de Perguntas Frequentes e até um jogo interativo. 
 
A tecnologia IPS, possui características que proporcionam um amplo ângulo de visão e tempo de resposta rápido com a avançada tecnologia de telas de LCD, em que as moléculas de cristal líquido ficam alinhadas horizontalmente. Os métodos de alinhamento das moléculas de cristal líquido são: TN, VA e IPS.
 
No método TN (Twisted Nematic), a relação de contraste depende da incidência de luz nas moléculas alinhadas de cristal líquido. Os métodos VA (Alinhamento Vertical) e IPS (In-Plane Switching) foram desenvolvidos para melhorar o ângulo de visão limitado do método TN. Na tecnologia IPS, as moléculas de cristal líquido giram em um plano horizontal, sem considerar o alinhamento perpendicular das moléculas de cristal na tela de LCD, resultando numa imagem nítida independentemente do ângulo de visão.
 
Sobre a LG Display

A LG Display Co., (NYSE) é um dos maiores  fabricantes do mundo de TFT - LCD, e fechou o quarto trimestre de 2008 com cerca de 25% de participação de mercado. A LG Display possui atualmente sete fábricas na Coréia e quatro fábricas de montagem, na Coréia, China e Polônia somando um total de 25 mil empregados. A empresa é líder em desenvolvimento e fabricação de painéis LCD para notebooks, monitores e TVs. Fabrica também outros produtos como dispositivos portáteis de media players, telefones celulares, sistema GPS de navegação e também painéis utilizados na área médica e indústrias aeroespaciais.



Escrito por Ricardo Maia Barbosa às 16h00
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A internet e o jornalismo

A internet é uma importante ferramenta para o trabalho de um jornalista, pois por meio dela conseguimos acelerar o processo de apuração das pautas. Não é difícil conseguir fontes para se construir um texto jornalismo, pois basta você jogar uma palavra chave sobre determinado assunto em um site de busca, que aparecerá diversas fontes.

 

A tecnologia tornou a vida dos profissionais da comunicação mais cômoda, no que ocasiona consequentemente em uma preguiça de apuração os fatos. Muitas vezes a internet pode nos enganar, pois como é um meio de livre acesso a todos, podem ser publicadas informações falsas ou tendenciosas.

 

No passado, repórteres e redatores tinham um trabalho bem mais desgastante, pois se não fosse seus cadernos de fontes, teriam um enorme problema para construir as matérias. Hoje, se pode escrever um texto sob fontes de fácil acesso, no que obtém principalmente a redução nos custos das empresas jornalísticas.

 

O fato é: não se deve ter preguiça na hora de apurar e sempre desconfiar das informações fornecidas pela internet, porque elas poderão ludibriar o jornalista, digo isso por experiência própria!

Escrito por Ricardo Maia Barbosa às 09h35
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Quando o preconceito engana

Quando era criança costumava deitar na varanda da casa da minha avó para observar as nuvens. Durante o tempo que observava, meu cérebro codificava aquelas imagens distorcidas e as transformava em algo que já vira, ou que estava no meu sub consciente, como imagens de pessoas, bichos, etc. O ser humano não suporta o diferente, temos uma tendência inescrupulosa de rejeitar aquilo que não se enquadra no “padrão”.

 

Atualmente o uso de drogas não legalizada é uma prática comum e abolida pela sociedade politicamente correta, mas não vêem que isso pode trazer sérios riscos. Mas para tudo se existe um jeito! Muitos adolescentes de classes sociais mais favorecidas financeiramente fazem com a droga a mesma coisa que eu fazia com a nuvem, ou seja, ele codifica aquela mensagem para ele como se fosse positiva.

 

Por uma questão sócio-cultural, esse mesmo jovem ao ver outro com a mesma ação, não terá a mesma visão, “pois ele (o primeiro) adquire o controle”, “ele sabe o que está fazendo”, mas o outro não. O medo de ser rejeitado pela sociedade, em algumas vezes, faz com que esse indivíduo oculte a sua verdadeira personalidade.

 

Quando um usuário de drogas em seu estado normal está no meio de uma confraternização com seu grupo social presencia outro indivíduo completamente alucinado, instintivamente ele se excluirá daquele contexto, pois ele pensa que isso não irá acontecer com ele. Esse mesmo jovem em uma conversa com mestres e pessoas de outros grupos sociais julgaria esse ato de forma incisiva. Cabe a sociedade e o poder público repensar os seus valores, ser mais aberta, para que o diálogo chegue em primeiro lugar, e não a hipocrisia. Vamos falar a verdade!



Escrito por redação às 23h05
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O esporte como forma de inclusão social

Entidades públicas investem no processo de ocupação de crianças e adolescentes utilizando-se do esporte

 

Por Ricardo Maia

 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) cerca de 40% dos adolescentes de até 14 anos de idade vivem com uma renda por pessoa de menos de meio salário mínimo, ou seja, elas estão na chamada linha da pobreza. O problema da exclusão social ocasionada pela falta de capital financeiro leva o nosso país a ter um número elevado de jovens que seguem a vida do crime, porém outros resistem e preferem seguir outro caminho, a do esporte realizado em suas comunidades.

 

Podemos verificar o problema em todo país, mas ele principalmente se concentra nas periferias das grandes cidades brasileiras. Geralmente os jovens adolescentes convivem em um ambiente extremamente “pesado”, porque na maioria das vezes a cúpula do crime aproveita essas comunidades carentes para formar a sua estrutura. Mas a grande pergunta que nos fica é: Como ocupar o espaço de tempo em que o jovem fica fora da escola? 

 

O governo Federal por meio dos seus programas sociais tenta miniminizar o problema, principalmente depois da criação do Bolsa Família. A prática do esporte é uma grande solução para os problemas da sociedade. O esporte, sendo de qual área for, estimula a capacidade da criança e do adolescente, porque ele proporciona o convívio social. Muitas vezes nossos jovens deixam a vida da criminalidade por causa das práticas esportivas.

 

Por esse motivo que é muito importante que os órgãos públicos das pequenas e grandes cidades invistam parte do seu orçamento na construção de praças públicas de esportes, ou campos de atividades estudantis. Atualmente a prefeitura da cidade de São Paulo, por meio da Secretaria de esportes incentiva a atividade esportiva em toda a capital paulista, sendo ela de qualquer modalidade. Esse é um grande passo para podermos transformar de certa forma a vida dos adolescentes, tirando-lhes das influências do crime organizado.



Escrito por redação às 14h16
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Papa Bento XVI diz que ideologia marxista e capitalista é falsa

Por Ricardo Maia

 

Em seu pronunciamento na abertura da 5ª Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, em Aparecida, interior de São Paulo, na tarde deste domingo, 13 de maio, o papa Bento XVI disse que os ideais marxistas e capitalistas não seguem os preceitos de uma vida cristã.

 

De acordo com o pontífice, a verdadeira plenitude da vida só pode ser alcançada com uma vida cristã verdadeiramente praticada. “O marxismo com a sua ideologia de igualdade social não pode ser realizada, porque sem uma vida em Cristo, não há amor entre os homens e sem ele não poderá ser concretizada”, disse o líder da igreja católica.

 



Escrito por redação às 16h43
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De onde vem o economês?

Por Ricardo Maia

 

Com seu palavreado técnico, o jornalismo econômico é um dos cadernos mais respeitados, é por meio dele que investidores, empresários e pessoas ligadas a um contexto econômico se atualizam. O jornalismo econômico é subdivido em quatro editorias; Mercado Financeiro, macroeconomia, infra-estrutura e negócios, dentro destas, o jornalista é responsável em decifrar o economês.

 

Ainda não se tem de uma forma exata sobre a origem do jornalismo econômico, pois segundo a pesquisadora Suely Caldas a sua concepção nasceu junto com o fazer jornalismo. Para a autora, o jornalismo econômico começou com matérias que na época interessava a todo tipo público, ou seja, eram matérias que falavam da chegada de produtos estrangeiros, aumento no preço do carregamento para exportações.

 

Neste período a dona de casa lia os chamados cadernos de economia, pois os assuntos eram bem direcionados, coisa que hoje não se utiliza no novo jornalismo. De acordo com Carlos Alberto Sadenberg, matérias que realmente interessam ao consumidor não entram nas pautas da editoria de economia, pois segundo ele, esse novo jornalismo é elitista, voltado somente para o público de paletó.

 

A cobertura de economia sofre com uma crise de identidade, segundo Suely Caldas, ou seja, o jornalista não sabe pra quem irá escrever, isso gera um conflito dentro das redações. Para a especialista o problema está nos jornalistas, pois cabe a eles estabelecer essa tradução do economês.

 

Para Sadenberg e Luís Nassif  o problema é derivado desde o período da ditadura militar, pois naquele momento o jornalismo era submetido a uma intensa censura. O uso do economês era utilizado cotidianamente, pois para o olhar dos jornalistas era bem mais fácil driblar a censura, com isso muitos profissionais optaram em usar esses termos técnicos.

 

O jornalismo econômico hoje com base nas teorias desses profissionais, não é interessado privadamente ao público de massa, mas sim apenas a uma pequena parte da sociedade. Quando você pega o caderno Dinheiro do jornal Folha de S.Paulo descobre que os assuntos abordados por esses veículos selecionam o leitor.

 

Outro assunto discutido por Nassif é quanto ao grau de hierarquia nas redações. O jornalista que cobre a editoria de economia, mesmo não entendendo nada do que escreve, se sente superior as demais companheiros de redação. Para Nassif o jornalismo econômico vive de status, pois este sustenta o seu ego.

 

Podemos dizer que o jornalista deve se aprofundar mais no que escreve, pois o papel dele é levar a informação de um modo simples e objetivo. Os termos técnicos na maioria das vezes deve ser traduzido, mesmo ele sendo escrito para um empresário quando para a dona de casa. Deve-se haver um concenso em fazer  jornalismo, pois o jornalismo deve ser de interesse público e não selecionada a um só.

Escrito por redação às 20h21
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Por que devo ser o número 1?

Por Ricardo Maia

 

A competitividade é a questão mais importante para o mercado na qual vivemos. Cotidianamente temos que nos espelhar nos outros para seguirmos o modelo adotado pelo mesmo. Mas o que nos leva a  essa competição, principalmente a profissiomal?

 

Desde o início da humanidade, as disputas ocorriam com frequência. Vencia aquele que tinha o melhor preparo físico, e cabia a ele o domínio geral. O vencido saia daquele território em busca de um novo espaço, ou às vezes ficava sozinho. Poderá ter nascido neste período o que chamamos de inveja? Penso que sim!

 

Com o advento do capitalismo, vimos que este privilégio de ser o primeiro nos traz certas recompensas, pois podemos citar as primeiras competições que premiavam em dinheiro. Somos cobrados diariamente, pois caso não atingimos a glória, nos punem com  a rejeição. 

Ao trabalharmos em determinada área, devemos dedicá-la ao máximo, pois creio que a inveja corroe nosso talento, foi o que aconteceu com o músico Salieri, que se sentia incomodado com Mozart, devido a sua genialidade. Profissionais,  não caiam na iniqüidade da inveja, não queira somente ser o número 1, mas sempre faça o seu trabalho com a certeza de que ele foi bem concluído.



Escrito por redação às 21h47
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Brasil tem cara jovem porque usa maquiagem

Por Ricardo Maia

 

A Folha de São Paulo  mostrou  claramente na edição de 8 de março, o desequilíbrio social pelo qual passamos. O hotel Hilton, que fica na zona sul de São Paulo, onde hospedará o presidente americano, George Bush, tem como vizinho uma favela, comum de se encontrar na cidade, pessoas que moram ao redor do hotel, segundo o jornal, já perderam suas moradias.

 

A cidade de São Paulo muda a sua rotina para a visita de Bush, a prefeitura maquia a cidade, para que ela pareça mais bonita e desenvolvida, mas tudo isso nada adianta, pois as desigualdades sociais continuam.

 

É lamentável que os representantes de São Paulo fazem para aparecer, ao invés de maquiar a cidade, porque não tentam “arrumá-la” de forma adequada, urbanizando as favelas, dando-lhes condições de uma vida digna. Nos rebaixamos perante o poder americano, deixamo-nos ser guiado pela suposta democracia, bandeira tão levantada por eles.

 

Tenho uma dúvida cruel que não me deixa em paz. Será que o governo do estado de São Paulo, juntamente com a prefeitura irão deixar os mendigos que se hospedam ao longo do caminho que Bush irá passar pela cidade? Uma cidade mal arrumada é vergonhosa, mas exclusão social é pior ainda. Nestes dois dias até nossos pobres excluídos irão contemplar o homem mais vil e errôneo do planeta.

Escrito por redação às 16h25
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Prefeitura escolhe hora errada para realizar obras

Por Ricardo Maia

 

Começo de ano é tempo de chuva. As altas incidências deste fenômeno trazem muitos prejuízos para a cidade de São Paulo. Um problema correlacionado a esse assunto é o aumento no número de buracos nas vias da capital, que são formadas com o escorrimento de grandes volumes de água.

 

Neste período é comum vermos caminhões da prefeitura espalhados por São Paulo tapando os buracos que a chuva de janeiro trouxe. Minha querida amiga Renata Bernardino disse uma verdade, em um dia que passávamos de carro pela Marginal Tietê. “Porque eles não fizeram as obras no carnaval”, disse ela.

 

Com a volta às aulas tudo fica mais complicado, pois nesta época, a cidade volta a sua rotina. A falta de organização da prefeitura de São Paulo é impressionante. Anos passam, o problema não é resolvido e a população acaba sendo a mais prejudicada.

 

A prefeitura diz que quer melhorar o trânsito da cidade, pois como pode realizar tal proeza, se há mais carros do que ruas em São Paulo, sendo que a própria instituição trava as principais vias da cidade. O prefeito Kassab e seu legado de beleza, por causa da propaganda da cidade, [ver texto publicado neste blog], deixa o trânsito à beira do caos.Tudo tem a sua hora, a prefeitura escolheu a errada.

Escrito por redação às 01h59
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Aquecimento "esquenta" a imprensa

Por Albino Junior

Nesses últimos dias houve talvez, a maior repercussão de sempre sobre o tema do "aquecimento global", por causa do relatório da ONU. Os dados vindos desse relatório assustou um grande número de pessoas, essas que se estivessem corretamente informadas, saberiam perfeitamente que as situações que o nosso planeta enfrentará serão extremamente drásticas. Aposto que muitos dos cidadãos e mesmo jornalistas não se preocupam com o meio-ambiente, acredito também no fato, na qual a rotina e os problemas de "nosso" capitalismo são os principais fatores que levam a esse esquecimento.

 

Mas escrevo sobre esse tema com o descontentamento de verificar mais uma vez a dependência dos meios de comunicação nacionais perante os norte-americanos. O Brasil é a nação com a maior biodiversidade do mundo, além de contar com a maior floresta tropical, a "Amazônia", que é uma espécie de purificador da atmosfera global, isso sem contar a nossa riqueza hídrica. É por esses motivos que eu não me conformo com a falta de iniciativa de nosso país, que pode ser um possível líder mundial no combate aos problemas ambientais.

 

É igualmente difícil de acreditar em essa apatia geral das pessoas, essas que se espantam com algo na qual todos nós somos culpados por construir aos poucos: a destruição de nosso planeta. O pior foi os meios de comunicação que pareceram ser hipócritas ao noticiarem algo nítido, mas as notícias disseram o contrário, elas "soaram" para mim como "cordeirinhas" de dados estatísticos vindas de uma organização global. Infelizmente nosso jornalismo só dá credibilidade aos orgãos e instituições internacionais, e se esquecem das centenas de ONG'S nacionais que trabalham para a preservação de nosso planeta.

 

Vamos acordar! O mundo tá acabando, Al Gore está aí, e o Anticristo vai chegar!

 

 Abraços



Escrito por redação às 17h00
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Opinião

Com a faca e o queijo na mão

 

Por Ricardo Maia

 

O Brasil é um dos maiores produtores de álcool etílico do mundo, produto este derivado da cana de açúcar. Por ser de clima predominantemente tropical, o país tem uma das maiores plantações do planeta. Desde a implantação do pró álcool em meados dos anos 70, o país mostrou-se ter um bom desenvolvimento sustentável voltado para o combustível alternativo.

 

Com a falência do programa ainda no final da década de 80, começo dos 90, a idéia do combustível auto sustentável se estagnou, mas com a evolução da tecnologia, principalmente tratando-se da criação do bicombustível, o chamado Fell, trouxe uma motivação para a comercialização de álcool, que está no momento em ligeira alta devido ao período de entressafra.

 

Para a economia brasileira, essa é uma grande chance de crescimento, pois alguns países como o Canadá e os EUA utilizam esse tipo de combustível, só que o produto deles é derivado do milho, no que gera mais custos do que se importar o produto derivado da cana de outro país. Outro exemplo que podemos dar, é quanto à eficiência, pois o álcool derivado da cana é mais eficiente do que a do milho, e o melhor, ele polui menos.

 

O que devemos ter agora é uma política econômica que facilite as exportações desses produtos para outros países, já que este é o momento crucial para se discutir a redução de poluentes no planeta, devido ao efeito-estufa, pauta dos principais jornais do mundo. A longo prazo, nossa fonte de energia será o hidrogênio, mas creio que a curto prazo o futuro é do álcool etílico.

Escrito por redação às 20h09
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Notícia

Areas verde de São Paulo é exemplo do descaso das autoridades

 

O meio ambiente urbano, principalmente da grande São Paulo, se prejudica a cada dia pela falta de áreas verdes da cidade. O prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab, não vê isso, pois só se preocupa com a publicidade feita por empresas particulares, não importando  com o aspecto biológico.

 

Podemos ver claramente a calamidade dos parques públicos, onde os mais cuidados estão em regiões nobres,  no entretanto  a periferia fica no aguardo da prefeitura, para reaslizar reformas e também implementar as áreas verdes. A cidade precisa respirar, por isso é importante que a sociedade tome conhecimento e exija os seus direitos.

 

São Paulo já ganhou muitos pontos dos órgãos ambientais, principalmente depois que lançou o projeto “água de reuso”, na qual as ruas e monumentos da cidade são lavadas com água reaproveitadas, pois a utilização de água potável está voltada diretamente para o uso exclusivo do ser humano.

 

Como esse projeto,devemos também cobrar uma solução para as áreas verdes da cidade, pois não é só o Parque Buenos Aires, em Higienópolis, que faz parte da cidade, mas também aqueles que ficam a grandes distâncias do centro da capital.

Escrito por redação às 16h10
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Notícia

 

Por Tatiany Cavalcante

 

Em entrevista ao Fantástico e reprisado hoje no programa Mais Você, a entrevista com os pais da criança comove todos os brasileiros.

 

Veja alguns trechos da entrevista abaixo:

 

Rosa Cristina Fernandes, defendeu a criação de uma legislação específica para Estados mais violentos, como o Rio. Pediu calma aos bandidos, pois João ainda estava preso pelo cinto, e entregou tudo o que tinha, pois já havia sido assaltada e não queria correr riscos.

 

Rosa:"Aí ele: ´Vai logo, sua vagabunda´. Bateu a porta, entrou no carro e arrancou", afirmou Rosa. Ela lembra que a porta traseira ainda estava aberta enquanto ela tentava retirar o seu filho. "Nessa hora em que ele me xingou, ele me empurrou bateu a porta. Eu ainda tentei levantar o cinto, não consegui porque ele arrancou".

 

Rosa: "Não pode. Tem que acabar, tem que acabar. Tem que mudar a legislação. O Rio de Janeiro é um caso específico. Os Estados mais violentos têm de ter legislação específica. Se os menores de 18 anos cometem crimes bárbaros, eles têm, sim, de ser punidos. Não pode só ficar três anos, para daqui a três anos matar outro João. Eles não têm coração, não tem, não tem", disse emocionada Rosa Cristina.

 

Trecho da carta da irmã:"Tenho 14 anos e estou péssima. Minha família está sem chão, o Rio emocionado e o Brasil revoltado", afirma ela. Ainda na carta, ela acrescenta que "o Brasil está em fúria, pena de morte não resolve. Eu desejo Justiça rigorosa e, para os políticos, eu peço consciência que é hora de mudar". Aline também agradece "de todo o coração" ao pai de Diego, um dos envolvidos no crime, que denunciou o próprio filho.

 

Elson Lopes Vieites (pai de João Hélio), diz esperar que a morte de seu filho não fique em vão. E espera que "tudo o que vêm acontecendo ser visse para marcar uma fase de mudança no nosso País. Acho que realmente se houver essa mudança e se fosse marcada essa paz , porque coisas como essa não podem mais voltar a acontecer. As pessoas não podem sofrer como a gente está sofrendo". Elson também contou que ainda é difícil dormir de noite e retornar à sua casa, que estava sendo reformada justamente para as crianças poderem ter mais espaço para brincar. A família está sendo acolhida pelo cunhado de Rosa.

 



Escrito por redação às 10h37
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Opinião

Por Tatiany Cavalcante

 

Violência no Rio deixa mais uma família indignada

 

Na semana passada, Rosa Cristina saiu de casa como de costume, pegou seu carro e parou no farol em uma rua do Rio de Janeiro.Dois homens a abordaram e mudaram sua rotina.O Brasil viveu e compartilhou o a triste história de João Hélio Fernandes, 6 anos, o qual foi arrastado no chão das ruas preso pelo cinto de segurança durante sete quilômetros até morrer.

 

O ser humano chegou a uma situação deplorável e o pior, por causa de dinheiro, sem sentimento, sem coração, o mundo vive o pior século de todos os tempos o capitalismo selvagem. O mínimo que os assaltantes deviam ter feito era deixar que a criança fosse retirada do carro, afinal era é apenas uma criança, que não sabia nem o que estava acontecendo, não merecia sentir a dor que sentiu até agüentar mais.

 

A constituição deve ser modificada sim, as leis devem condizer com a realidade. De nada adianta proteger os menores, sendo que uma atitude tão monstruosa e repugnante veio de um adolescente de 16 anos. Até quando o Brasil vai viver uma situação caótica como essa? Até quando nos permitiremos tamanha monstruosidade, o mundo está tomado por bandidos e nada é feito para contornar a situação, aquele verso que diz "O rio de janeiro continua lindo", já não tem mais sentido mediante todos os crimes e chacinas que veêm acontecendo.

 

Em 2003 a estudante Gabriela Prado Maia Ribeiro, de 14 anos, teve sua a vida interrompida, durante um assalto no metrô da Tijuca. Era a primeira vez que a jovem saia sozinha de casa numa espécie de liberdade condicional imposta pela insegurança pública. Um de seus algozes, já havia sido preso e condenado, mas voltou para a rua beneficiado por uma brecha na lei. A impunidade que matou Gabriela,mata pelo menos 105 inocentes por dia no Brasil. Após a morte de Gabriela, seus pais se uniram e criaram uma ong para também propor mudanças na constituição e não deixar que as vítimas da violência fossem apenas mais uma, mais um número.

 

Além disso, a união dos pais de Gabriela Prado Maia (assassinada por bala perdida), a mãe de Priscila Belfort (desaparecida), os pais de André Francavilla Luz (seqüestrado e assassinado), a mãe de Marcos José Aloise (assassinado num assalto), farão uma colcha de retalhos para, mais uma vez, chamar a atenção das autoridades e, fazer uma homenagem às vítimas da violência de todo o Brasil em prol de tentar mobilizar a sociedade para que outras famílias não sintam esta eterna dor.

 

Para nós leitores, a revolta, dor e indignação é momentânea, compartilhamos o drama vivido pela família na hora em que a notícia sai. Mas para os entes que ficam sobram apenas amargura e a saudade que marcam para sempre seus corações. É hora da população se unir e fazer como as duas famílias de Gabriela e Hélio, mostrar aos governantes que em uma democracia o povo deve opinar não só no voto.

 

 Leia mais:

 

http://www.gabrielasoudapaz.org/

 

 

 

 



Escrito por redação às 10h35
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A responsabilidade de um repórter durante uma entrevista

F: Google

Por Ricardo Maia

O jornalismo, como toda profissão, requer uma série de cuidados para não se cometer erros. A interpretação de texto é o principal motivo de erros em coberturas jornalísticas. Muitas informações são repassadas durante uma entrevista, na qual às vezes a informação é repassada sem querer para o entrevistador.

Já peguei algumas vezes informações preciosas, aquelas que apontam a verdadeira causa de um problema. Em uma entrevista que fiz com um político, em agosto de 2006, o representante de uma cidade disse que a culpa da crise do agronegócio na qual o Brasil passou, era do sistema tributário do país.

 

Um ponto interessante esse, pois ele poderia muita bem me utilizar para obter benefícios em seu favor, ou melhor, poderia formar opiniões na população da cidade através do meu veículo. Creio que nessas circunstâncias, o jornalista deve ter bom senso. O repórter deve ter muito cuidado, pois uma mente ardilosa pode muito bem manipular as informações para obter benefício próprio.Muitas pessoas têm dificuldade de se expressar. Cabe ao jornalista saber extrair a informação necessária para a sua matéria.



Escrito por redação às 23h51
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